Orap® Comprimidos
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Paciente
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Profissional
pimozida
Formas Farmacêuticas e apresentações
Comprimidos em embalagens com 20 comprimidos de 1 mg
Comprimidos em embalagens com 20 comprimidos de 4 mg
Uso adulto e pediátrico
- ] Informações Gerais
Princípio Ativo: pimozida
Classe Terapêutica: Neurolépticos
- ] Composição
Cada comprimido de 1 mg contém:
pimozida ...........................……………………………………………………………1 mg
Excipientes: amido de milho, celulose microcristalina, corante amarelo laranja, fosfato de cálcio dibásico diidratado, óleo vegetal hidrogenado, óxido férrico, povidona e talco.
Cada comprimido de 4 mg contém:
pimozida ..........................……………………………………………………………4 mg
Excipientes:amido de milho, celulose microcristalina, corante amarelo laranja, fosfato de cálcio dibásico diidratado, óleo vegetal hidrogenado, óxido férrico, povidona e talco.
+ ] Ação esperada do medicamento
A melhora dos sintomas é observada progressivamente com o decorrer do tratamento.
+ ] Cuidados de armazenamento
Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15oC e 30oC).
+ ] Prazo de validade
Verifique na embalagem externa se o produto obedece ao prazo de validade. Não utilize o medicamento se o prazo de validade estiver vencido. Pode ser prejudicial à sua saúde.
+ ] Gravidez e lactação
Não se aconselha o uso de Orap* durante a gestação e a amamentação. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.
A agitação, a rigidez muscular e ou/fraqueza, sonolência, problemas respiratórios e a dificuldade na alimentação podem ocorrer nos recém-nascidos, de mães que usaram Orap* no último trimestre de sua gravidez.
+ ] Cuidados na administração
Orap® deve ser tomado uma vez ao dia de preferência pela manhã. A dose ideal deve ser estabelecida pelo médico responsável pelo tratamento. É muito importante que você tome a quantidade certa de Orap® . Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
+ ] Interrupção do tratamento
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Caso haja necessidade de interrompê-lo, recomenda-se que o mesmo seja feito de modo gradual, durante vários dias.
+ ] Efeitos Colaterais
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- tontura, sonolência, suor excessivo, micções excessivas durante a noite.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- perda de apetite, boca seca, produção de saliva em excesso, vômito, constipação, ganho de peso;
-depressão, dificuldade para iniciar ou manter o sono, nervosismo ou inquietação;
- anormalidades da coordenação, movimentos involuntários do músculo (também conhecido como “sintomas extrapiramidais - SEP” ou Parkinsonismo), dor de cabeça e tremores;
- lentidão;
- rigidez ou inflexibilidade dos músculos;
-visão embaçada,
- pele oleosa;
- micções frequentes;
- impotência ou disfunção erétil (“DE”);
- exaustão extrema.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- lentidão, rigidez ou solavanco nos movimentos dos membros, movimentos do tipo roda denteada dos músculos quando a força é utilizada na tentativa de dobrar um dos membros, postura incomum, involuntária ou expressões faciais, fala arrastada, movimento espástico do globo ocular em uma posição fixa, geralmente para cima.
- coceira na peleerupção cutânea;
- atraso do período menstrual;
- inchaço da face.
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- aumento do açúcar sanguíneo em pacientes diabéticos, açúcar na urina;
- aumento dos níveis no sangue do hormônio prolactina, aumento das mamas, mesmo em homens, saída de secreção pelos mamilos, perda do desejo sexual;
-diminuição da temperatura do corpo;
- níveis de sódio no sangue insuficientes;
- urticária;
- rigidez dos músculos do pescoço;
- SEP intensos associados à febre alta;
- convulsões;
- movimentos involuntários dos músculos da face, olhos, ou boca e língua com efeitos de longa duração que, algumas vezes, podem continuar após a interrupção do medicamento ou aparecer após a descontinuação do medicamento;
- distúrbios graves no ritmo cardíaco resultando em perda da efetividade dos batimentos cardíacos;
-anormalidades no traçado cardíaco (eletrocadiograma, ECG);
- anormalidades no exame das atividades elétricas do cérebro (EEG).
Importante
Se você apresentar palpitações, tontura, desmaio, febre alta, rigidez muscular, respiração rápida, suor excessivo ou diminuição do alerta mental, entre em contato com seu médico imediatamente. Seu corpo pode não estar reagindo de maneira adequada ao medicamento.
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
+ ] Ingestão concomitante com outras substâncias
Orap®
potencializa os efeitos do álcool. Portanto, você não deve ingerir álcool se estiver tomando Orap®
.
Antes de tomar Orap®
informe seu médico se você estiver tomando qualquer um dos seguintes medicamentos:
- certos medicamentos denominados azólicos que são usados para infecções causadas por fungos. Exemplos de azólicos são, cetoconazol, itraconazol, miconazol e fluconazol e alguns antibióticos denominados macrolídeos, tais como eritromicina, claritromicina ou troleandomicina. No entanto, a associação de Orap®
com as formas para uso tópico destas substâncias (por exemplo. cremes, loções, óvulos vaginais) não apresenta problema.
- certas drogas anti-AIDS;
- certos antidepressivos, tais como a nefazodona, amitriptilina maprotilina, sertralina, paroxetina, citalopram e escitalopram.
- algumas outras drogas utilizadas no tratamento de doença mental, tais como a clorpromazina e o sertindol;
- certos medicamentos que atuam no coração, tais como a quinidina, disopiramida, procainamida, amiodarona, sotalol e bepridil;
- certos anti-histamínicos, tais como o astemizol e a terfenadina;
- cisaprida, uma droga utilizada para certos problemas digestivos;
- o antimalárico halofantrina;
- o antibacteriano esparfloxacino.
- certos medicamentos que alteram o nível de minerais (eletrólitos) no sangue e alguns usados para tirar o excesso de água do organismo e aumentar o volume de urina.
Além disso, você deve evitar consumir suco de “grapefruit” (também conhecido como pomelo ou toranja) junto com Orap®
.
Orap®
pode alterar os efeitos de medicamentos para Doença de Parkinson.
Informe seu médico se você está tomando algum destes medicamentos. Seu médico decidirá quais os medicamentos que você poderá tomar junto com Orap®
.
+ ] Contra-indicações
Orap* não deve ser tomado se você:
- tiver sonolência e lentidão decorrentes da doença, ou do uso de medicamentos, ou álcool.
- tem uma conhecida sensibilidade exacerbada à Orap®
(alergia);
- tem depressão;
- toma certos medicamentos (veja em “Ingestão concomitante com outras substâncias”);
- tem Doença de Parkinson;
- possui batimentos cardíacos com frequência muito baixa;
- possui problemas de coração, principalmente, batimentos irregulares do coração, anormalidades na atividade elétrica do coração (às vezes conhecida como “prolongamento do intervalo QT”), histórico familiar de anormalidades nas atividades elétricas do coração, ou se você estiver usando medicamentos que possam alterar a atividade elétrica do coração;
- tem níveis mais baixos de minerais no sangue (eletrólitos) que o normal. Seu médico irá orientá-lo.
Em caso de dúvida, contacte seu médico.
+ ] Precauções
Orap® pode ser administrado a crianças abaixo de 3 anos mas com muito cuidado. A dose recomendada para crianças é menor do que a de adultos. O médico irá indicar a dose exata para o tratamento.
Atenção: Orap® comprimidos contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.
Pacientes idosos com demência
Se você é um paciente idoso com demência, que é uma doença que causa diminuição da atividade mental com sintomas como perda de memória, perda de atenção e maior dificuldade para falar; tomar Orap®
pode ser associado a riscos adicionais. Seu médico irá discutir isto com você.
Tome cuidado especial com Orap®
Verifique com o seu médico antes de tomar Orap®
se:
- você tem epilepsia ou qualquer outro problema que pode causar convulsões;
- você pratica exercícios físicos pesados, vai para algum lugar muito quente ou não bebe o suficiente;
- você tem problemas no fígado.
Informe seu médico imediatamente se você apresentar:
- febre, rigidez muscular intensa, suor ou diminuição dos níveis de consciência (uma doença também chamada de “síndrome neuroléptica maligna”). Tratamento médico imediato poderá ser necessário;
- movimentos involuntários rítmicos da língua, boca e face. A descontinuação de Orap®
é necessária.
Informe seu médico se você apresentar:
- anormalidades de coordenação ou movimentos musculares involuntários (também conhecidos como “sintomas extrapiramidais - SEP” ou Parkinsonismo). Os sintomas podem incluir movimentos lentos, rigidez ou movimentos bruscos dos membros, pescoço, face, olhos ou boca e língua, que podem resultar postura involuntária ou expressões faciais incomuns. Pode ser necessário iniciar medicação para acabar com estes efeitos adversos;
- alterações hormonais que podem causar: em algumas mulheres pode causar produção de leite materno inesperada; inchaço das mamas, menstruação irregular, menstruação rara ou muito leve ou ausência de menstruação; alguns homens podem apresentar inchaço das mamas ou dificuldade de ereção.
Iniciar ou descontinuar Orap®
:
Após o início do tratamento com Orap®
pode levar algum tempo para os sintomas começarem a desaparecer e iniciar o efeito do medicamento. Somente pare de tomar Orap®
se o seu médico permitir. Se o seu médico pedir para você parar o tratamento, você deverá parar gradualmente, especialmente se você estiver tomando uma dose alta. Se você parar de tomar Orap®
de repente, você poderá sentir os seguintes sintomas: dor de estômago, vômito, movimentos espasmódicos temporários e sonolência. Então mantenha contato com o seu médico a partir do momento que você parar de tomar o medicamento.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas: No início do tratamento, Orap* pode produzir sonolência. Isto pode fazer com que você fique menos atento e reduzir sua capacidade de dirigir e operar máquinas. Então, você só deverá dirigir ou operar máquinas se o seu médico permitir.
+ ] Superdose
Contacte seu médico se você ingeriu uma quantidade maior de Orap®
. Os possíveis sinais de uma superdose são: rigidez muscular pronunciada, batimento cardíaco irregular, incapacidade de se movimentar ou inabilidade de se manter sentado.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.
MS – 1.1236.0006
Resp. Téc. Farm.: Marcos R. Pereira CRF-SP n° 12.304
Lote, Data de Fabricação e Validade: Vide Cartucho.
Fabricado por:
LUSOMEDICAMENTA - Sociedade Técnica Farmacêutica, S.A.
Estrada Consiglieri Pedroso, 69 - Queluz de Baixo, Portugal
Importado e embalado por:
JANSSEN-CILAG FARMACÊUTICA LTDA
Rodovia Presidente Dutra, km 154
São José dos Campos, SP
CNPJ 51.780.468/0002-68
®
Marca Registrada
Indústria Brasileira
SAC 0800 7011851
www.janssen-cilag.com.br
pimozida
Formas Farmacêuticas e apresentações
Comprimidos em embalagens com 20 comprimidos de 1 mg
Comprimidos em embalagens com 20 comprimidos de 4 mg
Uso adulto e pediátrico
- ] Informações Gerais
Princípio Ativo: pimozida
Classe Terapêutica: Neurolépticos
- ] Composição
Cada comprimido de 1 mg contém:
pimozida ...........................……………………………………………………………1 mg
Excipientes: amido de milho, celulose microcristalina, corante amarelo laranja, fosfato de cálcio dibásico diidratado, óleo vegetal hidrogenado, óxido férrico, povidona e talco.
Cada comprimido de 4 mg contém:
pimozida ..........................……………………………………………………………4 mg
Excipientes:amido de milho, celulose microcristalina, corante amarelo laranja, fosfato de cálcio dibásico diidratado, óleo vegetal hidrogenado, óxido férrico, povidona e talco.
+ ] Características Farmacológicas
Orap* contém pimozida, um derivado difenilbutilpiperidínico. A pimozida possui atividade neuroléptica, que tem se mostrado útil no tratamento e controle de pacientes esquizofrênicos em fase crônica. Pode ser administrada em dose única diária e sua possibilidade de provocar sedação é discreta.
Orap* (pimozida) melhora seletivamente os distúrbios da percepção e ideação, promovendo um maior contato social, interesse, iniciativa e discernimento.
Em estudos com pacientes emocionalmente instáveis, Orap* demonstrou que é possível se obter uma estabilização emocional e melhora da motivação, realizações e sensação de bem-estar.
Admite-se que o mecanismo básico de ação da pimozida relaciona-se à propriedade de bloquear seletivamente os receptores dopaminérgicos centrais tendo ação noradrenérgica apenas em doses elevadas.
Os efeitos extrapiramidais típicos de outros compostos neurolépticos também são observados com pimozida, porém têm ocorrido menos efeitos colaterais autonômicos. Da mesma maneira que com outros neurolépticos, também foram descritos efeitos endócrinos e alterações eletrocardiográficas com o uso da pimozida.
Dados pré-clínicos
Os resultados de estudos de mutagenicidade não indicam genotoxicidade. Os estudos de carcinogenicidade não revelaram tumores relacionados ao tratamento em ratos ou camundongos machos, mas o aumento na incidência de adenomas pituitários e adenocarcinomas da glândula mamária em fêmeas de camundongo. Acredita-se que estes achados histopatológicos na glândula mamária e na pituitária sejam mediados pela prolactina e eles ocorrem em roedores após hiperprolactinemia causada por uma variedade de fármacos neurolépticos, sendo questionável a sua relevância para os seres humanos.
Estudos in vitro têm demonstrado que a pimozida bloqueia o canal hERG cardíaco e prolonga a duração do potencial de ação em corações isolados perfundidos. Estes efeitos no canal hERG podem ser atenuados pelo efeito bloqueador da pimozida nos canais de cálcio L. Um prolongamento significativo do intervalo QT foi demonstrado em um número de estudos in vivo em animais com administração de pimozida intravenosa ou oral. As doses que prolongaram o intervalo QT não causaram arritmias.
Propriedades Farmacocinéticas
Quanto ao seu perfil farmacocinético, mais de 50% da dose administrada por via oral é absorvida, com os picos plasmáticos ocorrendo geralmente após 6 a 8 horas. O fármaco sofre um significativo efeito de primeira passagem no fígado, é extensamente metabolizado, sendo identificados dois metabólitos principais, sem atividade antipsicótica.
A via mais importante de eliminação dos metabólitos é a renal. Em pacientes esquizofrênicos, a meia-vida de eliminação situou-se em aproximadamente 55 horas.
Observaram-se grandes variações individuais entre os pacientes estudados, de mais de dez vezes, em relação às áreas sob a curva dos níveis séricos e também quanto aos picos dos níveis séricos. O significado dessas variações não parece muito claro, uma vez que há pouca correlação entre os níveis plasmáticos e os resultados clínicos.
+ ] Indicações
As indicações de Orap®
podem ser assim resumidas:
a) Na terapêutica antipsicótica de manutenção a longo termo, ambulatorial ou hospitalar.
b) Na terapêutica antipsicótica de manutenção, imediatamente após o estágio agudo, e na interfase de substituição dos neurolépticos clássicos.
c) Coadjuvante, associado a outros neurolépticos, nos estágios iniciais de tratamento.
d) Na instabilidade emocional neurótica.
+ ] Contra Indicações
Orap®
(pimozida) está contra-indicado em quadros de depressão do sistema nervoso central, estados comatosos e em indivíduos que tenham apresentado, previamente, hipersensibilidade a esse medicamento. Não deve ser utilizado em distúrbios depressivos ou na Doença de Parkinson. Orap®
também está contra-indicado em pacientes com quadro congênito de alargamento do segmento QT do eletrocardiograma ou com um histórico familiar desta síndrome, e em pacientes com antecedentes de arritmias cardíacas ou “Torsade de Pointes” Consequentemente, recomenda-se a realização de um ECG antes do tratamento, para excluir a presença dessas condições.
Orap®
não deve ser utilizado em casos de intervalo QT longo adquirido, como o associado ao uso concomitante de drogas conhecidas por prolongar o intervalo QT (Veja “interações medicamentosas”), em hipopotassemia ou hipomagnesemia conhecidas e em bradicardia clinicamente significante.
O uso concomitante de drogas inibidoras do CYP 3A4 tais como antimicóticos azólicos, inibidores da protease do HIV, antibióticos macrolídeos e nefazodona é contra-indicado. O uso concomitante de drogas inibidoras de CYP 2D6 tais como quinidina, também é contra-indicado. A inibição de cada um ou de ambos sistemas do citocromo P450 pode resultar na elevação da concentração sangüínea de pimozida e aumento da possibilidade de prolongamento do intervalo QT.
É contra-indicado o uso concomitante de Orap®
com inibidores da recaptação de serotonina tais como: sertralina, paroxetina, citalopram e escitalopram.
+ ] Posologia
Indica-se uma dose diária, pela manhã, para todos os pacientes. Uma vez que a resposta individual aos agentes antipsicóticos é variável, a dose ideal deve ser estabelecida para cada paciente, por meio de supervisão clínica rigorosa e ajustes posológicos necessários.
Adultos
A dose inicialmente recomendada para pacientes com esquizofrenia crônica é de 2 a 4 mg por dia, com aumentos semanais de 2 a 4 mg, até que se obtenha um efeito terapêutico considerado satisfatório ou que apareçam reações adversas importantes. A dose média de manutenção situa-se em torno de 6 mg diários, variando entre 2 e 12 mg por dia. A dose máxima permitida é de 20 mg. Os pacientes devem ser encaminhados regularmente, para que o médico se certifique de que a dose eficaz mínima está sendo utilizada.
Pacientes idosos
A dose de manutenção é a mesma que para os adultos, contudo recomenda-se começar com metade da dose inicial proposta para os adultos.
Crianças
A dose recomendada é a metade da utilizada em adultos. A experiência de uso em crianças abaixo de 3 anos é muito limitada.
+ ] Interações Medicamentosas
Orap®
pode, de maneira dose-dependente, prejudicar o efeito antiparkinsoniano da levodopa.
A pimozida é metabolizada principalmente via sistema enzimático da isoenzima 3A4 (CYP 3a4) do citocromo P450 e mais discretamente via isoenzima 2D6. Dados in vitro indicam que especialmente inibidores potentes do sistema de isoenzimas 3A4, tais como antimicóticos azólicos, inibidores da protease do HIV, antibióticos macrolídeos e nefazodona, inibem o metabolismo da pimozida, resultando em níveis plasmáticos marcantemente elevados da pimozida. Dados in vitro também indicaram que a quinidina diminui o metabolismo da pimozida dependente da isoenzima 2d6. Níveis elevados de pimozida podem aumentar o risco de prolongamento do intervalo QT. O uso concomitante de pimozida com medicamentos que sabidamente inibem o citocromo P450 CYP 3A4 ou CYP 2D6 é contraindicado.
Uso concomitante de pimozida com drogas conhecidas por prolongar o intervalo QT também são contraindicadas. Alguns exemplos incluem certos antiarrítmicos, como aqueles da classe IA (quinidina, disopiramida e procainamida) e da classe III (amiodarona e sotalol), antidepressivos tricíclicos (amitriptilina), certos antidepressivos tetracíclicos (maprotilina), certos medicamentos antipsicóticos (fenotiazinas e o sertindol), certos anti-histamínicos (astemizol e terfenadina), cisaprida, bepridil, halofantrina e esparfloxacino. Esta lista é apenas informativa e não se esgota por si.
Não administre pimozida em combinação com drogas que causam alteração eletrolítica.
Uso concomitante com diuréticos deve ser evitado, em particular os que causam hipocalemia.
Como o suco de “grapefruit” (pomelo ou toranja) é conhecido por inibir o metabolismo de drogas metabolizadas pelo CYP3A4, o consumo concomitante do suco de grapefruit com Orap®
deve ser evitado.
Um estudo in vivo com pimozida adicionada ao estado de equilíbrio da sertralina revelou um aumento de 40% na AUC (área sob a curva) e Cmáx da pimozida.
Em um estudo in vivo da co-administração da pimozida com citalopram resultou num aumento significativo nos valores de QTc de aproximadamente 10 milisegundos. O citalopram não alterou a AUC e o Cmáx da pimozida.
Um estudo in vivo da co-administração de pimozida (dose única de 2 mg) e paroxetina (60 mg diários) foram associados com um aumento significativo de 151% na AUC da pimozida e 62% no Cmáx da pimozida.
Como o CYP1A2 também pode colaborar para o metabolismo de Orap®
, ao prescrever, o médico deve estar atento ao potencial teórico de interação medicamentosa com inibidores deste sistema enzimático.
Orap®
pode, de um modo dose-relacionado, diminuir o efeito antiparkinsoniano da levodopa.
+ ] Reações Adversas a Medicamentos
Dados de estudos clínicos
Dados de estudos duplo-cegos placebo controlados- Reações Adversas ao Medicamento relatadas com incidência ≥2%
A segurança de Orap®
foi avaliada em 299 indivíduos que participaram de 7 estudos clínicos duplo-cegos placebo controlados.
A informação desta seção é proveniente de dados agrupados. A população específica de pacientes nestes diferentes estudos consiste de pacientes com esquizofrenia, pacientes com psicose “borderline” ou com distúrbios do comportamento.
Reações Adversas ao Medicamento (RAMs) relatadas por ≥ 2% dos indivíduos tratados com Orap®
nestes estudos clínicos estão demonstradas na tabela 1.
| Tabela 1. Reações Adversas ao Medicamento relatadas por ≥ 2% dos indivíduos tratados com Orap® em 7 estudos clínicos duplo-cegos placebo controlados com Orap® | ||
| Sistemas | Orap®
(n=165) % |
PLACEBO (n=134) % |
| Distúrbio do metabolismo e da nutrição | ||
| Anorexia | 6 | 1 |
| Distúrbios psiquiátricos | ||
| Insônia | 7 | 2 |
| Distúrbios do sistema nervoso | ||
| Vertigem | 11 | 6 |
| Sonolência | 11 | 7 |
| Dor de cabeça | 7 | 4 |
| Tremor | 4 | 1 |
| Letargia | 3 | 1 |
| Distúrbios oculares | ||
| Visão embaçada | 2 | 0 |
| Distúrbios gastrintestinais | ||
| Constipação | 7 | 1 |
| Boca seca | 5 | 2 |
| Vômito | 3 | 1 |
| Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo | ||
| Hiperhidrose | 13 | 7 |
| Hipertividade das glândulas sebáceas | 3 | 1 |
| Distúrbios renais e urinários | ||
| Noctúria | 12 | 6 |
| Polaciúria | 7 | 2 |
| Distúrbios no sistema reprodutor e mamas | ||
| Disfunção erétil | 2 | 1 |
| Distúrbios gerais e condição do local de administração | ||
| Prostração | 2 | 1 |
Dados controlados com comparador ativo- Reações Adversas ao Medicamento relatadas com incidência ≥ 2%.
A segurança de Orap®
foi avaliada em 303 pacientes que participaram em 11 estudos duplo-cegos com comparadores ativos. A informação presente nesta seção é proveniente de dados agrupados. A população específica de pacientes nestes diferentes estudos consiste de pacientes com esquizofrenia ou pacientes com outras psicoses.
Reações Adversas a Medicamentos (RAMs) relatadas por ≥ 2% dos indivíduos tratados com Orap®
nestes estudos clínicos e não listados na tabela 1 estão listados na tabela 2.
| Tabela 2. Reações Adversas ao Medicamento relatadas por ≥ 2% dos indivíduos tratados com Orap® em 11 estudos clínicos (Estudos duplo-cegos com controlados com comparador ativo) | |
| Sistemas | Orap®
(n=303) % |
| Distúrbios psiquiátricos | |
| Depressão | 2 |
| Agitação | 2 |
| Inquietação | 2 |
| Distúrbios do sistema nervoso | |
| Distúrbios extrapiramidais | 9 |
| Acatisia | 3 |
| Distúrbios gastrintestinais | |
| Hipersecreção salivar | 7 |
| Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conectivo | |
| Rigidez muscular | 9 |
Dados de estudos controlados com placebo e comparador ativo- Reações Adversas ao Medicamento relatados com incidência <2%.
Reações adversas adicionais que ocorreram em <2% dos indivíduos tratados com Orap®
em ambos os estudos clínicos acima estão listados na tabela 3.
| Tabela 3. Reações Adversas ao Medicamento relatadas por <2% dos indivíduos tratados com Orap® em estudos duplo cegos controlados com placebo ou comparador) |
| Sistemas |
| Distúrbios do sistema nervosos |
| Bradicinesia |
| Rigidez de roda denteada |
| Discinesia |
| Distonia |
| Disartria |
| Distúrbios oftalmológicos |
| Crise oculógira |
| Distúrbios musculoesqueléticos ou tecido subcutâneo |
| Espasmos musculares |
| Distúrbios do sistema reprodutor e mamas |
| Amenorréia |
| Distúrbios gerais e condições do local de aplicação |
| Edema de face |
Dados pós-comercialização
Eventos adversos inicialmente identificados como RAMs durante o período de pós-comercialização com Orap®
estão incluídos na tabela 4. Nesta tabela a freqüência é dada seguindo a convenção a seguir:
| Muito comum | ≥1/10 |
| Comum | ≥1/100 to <1/10 |
| Incomum | ≥1/1.000 to <1/100 |
| Raro | ≥1/10.000 to <1/1.000 |
| Muito raro | <1/10.000, incluindo relatos isolados. |
Na tabela 4, as RAMs estão apresentadas pela categoria da freqüência baseada em taxas de relatos espontâneos.
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Tabela 4: Reações Adversas ao Medicamento identificadas durante a experiência de pós-comercialização com Orap por estimativa da categoria de frequência proveniente de taxas de relatos espontâneos
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Distúrbios endócrinos |
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Muito raro |
hipercalemia (em pacientes com diabetes pré-existente), hiperprolactinemia, aumento da prolactina sanguínea |
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Distúrbios do metabolismo e da nutrição |
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Muito raro |
hiponatremia |
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Distúrbios psiquiátricos |
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Muito raro |
Diminuição da libido |
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Distúrbios do sistema nervoso |
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Muito raro |
síndrome neuroléptica maligna, convulsão do tipo grande mal, discinesia tardia |
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Distúrbios cardíacos |
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Muito raro |
torsade de pointes, fibrilação ventricular, taquicardia ventricular |
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Distúrbios da pele e tecido subcutâneo |
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Muito raro |
urticaria, prurido, erupção cutânea |
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Distúrbios músculo esqueléticos e do tecido conectivo |
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Muito raro |
rigidez da nuca |
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Distúrbios renal e urinário |
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Muito raro |
glicosúria |
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Distúrbios do sistema reprodutor e mamas |
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Muito raro |
galactorreia, ginecomastia |
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Distúrbios gerais e condições do local de administração |
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Muito raro |
hipotermia |
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Investigações |
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Muito raro |
Prolongamento do intervalo QT do eletrocardiograma, anormalidades no encefalograma
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Muito raro |
Aumento de Peso |
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+ ] Superdose
Sintomas
De modo geral, os sintomas e sinais da superdose com Orap®
constituem-se em efeitos exagerados de suas conhecidas ações farmacológicas, sendo mais evidentes as reações extrapiramidais. Deve também ser levado em consideração o risco de arritmias cardíacas, possivelmente associadas com prolongamento do intervalo QT e arritmia ventricular incluindo “Torsade de Pointes”. Que caso sejam importantes, podem acompanhar-se de hipotensão e choque.
Tratamento
Não há antídoto específico para a pimozida. Recomenda-se lavagem gástrica e manutenção da permeabilidade das vias aéreas, inclusive com ventilação assistida, se necessário. A monitorização eletrocardiográfica deve ser feita enquanto existir risco de prolongamento do intervalo QT e arritmia ventricular incluindo “Torsade de Pointes” após a suspeita diagnóstica, persistindo até que o traçado retorne a níveis normais. Arritmias graves devem ser tratadas com antiarrítmicos apropriados. A hipotensão e eventualmente choque devem ser controlados por medidas corretivas gerais, tais como a administração de líquidos por via intravenosa, plasma ou albumina, ou de vasoconstritores, como dopamina ou dobutamina. Quando estiverem presentes sintomas extrapiramidais intensos, deve-se administrar terapia antiparkinsoniana.
Em virtude da longa meia-vida da pimozida, os pacientes que ingerirem uma superdose devem permanecer em observação durante 4 dias.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA
+ ] Precauções
Orap®
comprimidos contém Açúcar, portanto, deve ser usado com cautela em portadores de Diabetes.
Aumento da mortalidade em pacientes idosos com psicose relacionada à demência
Pacientes com psicose relacionada à demência, tratados com medicamentos antipsicóticos possuem um risco aumentado de morte. Análises de dezessete estudos controlados por placebo (duração modal de 10 semanas), principalmente em pacientes tratados com medicamentos antipsicóticos atípicos, revelaram um risco de morte 1,6 a 1,7 vezes maior do que o risco de morte dos pacientes tratados com placebo. Ao longo do andamento de 10 semanas de um estudo controlado, a taxa de mortes em pacientes tratados com medicamento foi próxima de 4,5%, comparada com a taxa de valor próximo de 2,6% no grupo placebo. Contudo, as causas de morte foram variadas, sendo que a maioria das mortes pareceu ser de natureza tanto cardiovascular (por exemplo, falência cardíaca, morte súbita) ou infecciosa (por exemplo, pneumonia).
Estudos observacionais sugerem que, semelhantemente aos medicamentos antipsicóticos atípicos, o tratamento com antipsicóticos convencionais pode aumentar a mortalidade. Não está clara a extensão em que os achados de aumento de mortalidade em estudos observacionais pode ser atribuída a algumas características dos pacientes ou ao medicamento antipsicótico.
Monitorização cardíaca
Existem relatos muito raros de prolongamento do intervalo QT, arritmia ventricular e “ Torsade de Pointes” em pacientes sem riscos de prolongamento do intervalo QT com administração de doses terapêuticas de pimozida e em situações de superdose.
Taquicardia ventricular e fibrilação ventricular (em alguns casos fatais) também foram relatados; além de relatos muito raros de morte súbita e parada cardíaca.
Como outros neurolépticos, casos súbitos de morte inesperada foram relatados com pimozida nas doses recomendadas e em casos de superdose. Eletrocardiograma deve ser realizado no início do tratamento, assim como periodicamente durante o tratamento.
Se aparecerem alterações na repolarização (prolongamento do intervalo QT, mudança no desenvolvimento das ondas T ou U) ou desenvolvimento de arritmias a necessidade de tratamento com pimozida nestes pacientes deve ser reconsiderada. Eles devem ser monitorados e suas doses de pimozida devem ser reduzidas ou descontinuadas. Se QT ou QTc exceder 500 msec o medicamento deve ser descontinuado.
Síndrome Neuroléptica Maligna
Igualmente como ocorre com outros medicamentos antipsicóticos, Orap* tem sido associado com a presença de Síndrome Neuroléptica Maligna, uma reação idiossincrásica caracterizada por hipertemia, rigidez muscular generalizada, instabilidade autonômica, alteração da consciência. Geralmente, a hipertermia é um sinal inicial desta síndrome. O tratamento antipsicótico deve ser imediatamente suspenso instituindo-se monitorização cuidadosa e medidas terapêuticas gerais para manutenção dos sinais vitais.
Discinesia tardia
Como acontece com agentes antipiosicóticos, pode surgir quadro de discinesia tardia em alguns pacientes durante tratamentos prolongados ou após a descontinuação do tratamento. A síndrome caracteriza-se principalmente por movimentos rítmicos e involuntários da língua, face, boca e mandíbula. As manifestações podem ser permanentes em alguns pacientes. Esta síndrome pode ser mascarada quando se reinicia o tratamento, quando se aumenta a dose ou quando há troca para outro antipsicótico. O tratamento deve ser descontinuado assim que possível.
Crises epilépticas
Como outros antipsicóticos, Orap* deve ser usado com cautela em pacientes com histórico de crises epilépticas e outras condições que podem diminuir o limiar de crises epilépticas. Adicionalmente, crises epilépticas do tipo grande mal foram relatadas em associação com Orap®
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Sintomas extrapiramidais
Como todos neurolépticos, sintomas extrapiramidais podem ocorrer. Fármacos antiparkinsonianos do tipo colinérgico podem ser prescritos se necessários, mas não devem ser prescritos rotineiramente como medida preventiva.
Doenças hepáticas
Deve-se ter cautela em casos de doenças hepáticas porque a pimozida é metabolizada pelo fígado.
Tempo para resposta terapêutica - Condições para interrupção do tratamento
Na esquizofrenia, a resposta à terapêutica antipsicótica pode demorar um certo período de tempo. Quando se suspende o antipsicótico, o reaparecimento dos sintomas pode tardar várias semanas ou mesmo meses.
Após a interrupção abrupta de medicamentos antipsicóticos em altas doses, têm sido descritos, em raras ocasiões, quadros agudos de abstinência, com sintomas como náuseas, vômitos, insônia e sinais transitórios de discinesia. Recomenda-se, portanto, que a interrupção do tratamento seja gradual.
Regulação da temperatura corpórea
Interrupção da habilidade do corpo em reduzir a temperatura foi atribuída a agentes antipsicóticos. É recomendado cuidados especiais quando a pimozida é prescrita a pacientes que serão submetidos a condições que contribuem para elevação da temperatura corpórea, por exemplo: exercícios vigorosos, exposição a altas temperaturas, receber concomitantemente medicação com atividade anticolinérgica ou expor a desidratação.
Pacientes com aumento da atividade psicomotora
Estudos clínicos com pimozida mostram ausência de eficácia ou um efeito apenas discreto em pacientes com agitação, excitação e ansiedade grave.
Efeitos endócrinos
Efeitos hormonais de drogas antipsicóticas neurolépticas incluem: hiperprolactinemia que pode causar galactorréia, ginecomastia, oligomenorréia ou amenorréia e disfunção erétil.
Uso na gravidez e lactação
Ainda não se estabeleceu a segurança da utilização da pimozida durante a gravidez. Assim, o medicamento não deve ser administrado a gestantes, particularmente no primeiro trimestre de gestação, a menos que, na opinião do médico responsável pelo tratamento, os benefícios esperados superem o risco potencial para o feto.
A pimozida é excretada pelo leite materno, não devendo ser empregada durante a lactação.
Dados em animais mostraram certa embriotoxicidade a doses em níveis similares aos níveis máximos em humanos. Retardo no crescimento fetal e toxicidade fetal foram observadas nas doses em níveis próximos a 6 vezes ao nível máximo em humanos.
Recém-nascidos expostos a medicamentos antipsicóticos (incluindo pimozida) durante o terceiro trimestre de gravidez correm o risco de apresentar sintomas extrapiramidais e/ou de retirada, que podem variar em gravidade após o parto. Estes sintomas em recém-nascidos podem incluir agitação, hipertonia, hipotonia, tremor, sonolência, dificuldade respiratória ou transtornos alimentares.
Efeitos na capacidade de dirigir veículos e utilizar máquinas
Orap* pode reduzir a capacidade de atenção, principalmente no início do tratamento, redução essa que pode ser potencializada pela ingestão de bebidas alcoólicas. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
MS – 1.1236.0006
Resp. Téc. Farm.: Marcos R. Pereira CRF-SP n° 12.304
Lote, Data de Fabricação e Validade: Vide Cartucho.
Fabricado por:
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